sábado, 17 de novembro de 2012

Se Não Houver Amanhã


Se Não Houver Amanhã
(Débora Acácio 14/11/2012)
 
Nunca me preocupei tanto com o amanhã,
como agora, depois de você.
Depois de você o hoje tornou-se imperativo viver
intensamente cada momento ao teu lado,
Cada fantasia a ser contigo consumada,
Cada beijo a ser trocado
E em minha pele o seu toque tatuado.
Se não houver amanhã é sinal de que deixei de existir
Deixando de existir me perdi de ti.
 
Nunca me preocupei com o amanhã
porque tenho o hoje ... e cada hoje
É um amanhã que procuro viver
Minuciosamente,
Segredando em você tudo que quero dizer
Vivendo em você todo amor que há nesta vida
Querendo de você tudo que me faz feliz
Porque amanhã, quero em teu peito
minha cabeça aninhar e
nos teus braços sempre
acordar.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Sou poeta


SOU POETA
Débora Acácio

E deixo meu ser entre
palavras, versos e sonetos
fluir, se perder.

As vezes num choro incontido
Quem lê chora comigo
Outras em sorrisos estridentes
Quem lê também mostra seus dentes

Sou poeta,
As vezes até tento inutilmente
Parar de escrever o meu dissabor,
 o meu lamento, tamanha a minha dor
Em respeito ao meu leitor

Mas assim como a vida
que também tem sua desdita
Assim também é a minha poesia
Onde nem tudo é alegria

Sou poeta
A minha alma respira poesia
Algumas vezes escrevo
Sentimentos reprimidos
Palavras incontidas
Alegrias descabidas
Que só lendo para entender
E só escrevendo com alma
Para me fazer entender!

Poesia integrante da ciranda Somos Poetas, realizada pela minha amiga e poeta Clara da Costa. 
Hospedada no site www.saiadotom.com